La necropoli della via Ostiense

A necrópole da Via Ostiense

No lado sul do trecho extraurbano da Via Ostiense, a partir do século II a.C., começaram a ser colocadas sepulturas de vários tipos, que aumentaram progressivamente, ocupando áreas cada vez maiores e por vezes sobrepondo-se. No lado norte da mesma estrada não há túmulos, uma vez que a faixa adjacente ao Tibre era considerada solo público. Os primeiros monumentos funerários eram recintos ao ar livre onde se realizavam cremações; mais tarde foram construídos columbários, com urnas cinerárias colocadas em pequenos nichos ao longo das paredes. Entre os séculos II e III d.C., prevaleceu a inumação: os mortos eram colocados em sarcófagos feitos de terracota ou mármore, mas também em simples fossos escavados no terreno e cobertos com telhas. Entre os proprietários dos cerca de sessenta monumentos funerários encontrados nesta área, na base das inscrições conservadas, podem ser identificados magistrados e personalidades eminentes de Óstia

Planta geral de Ostia com desenvolvimento das necrópoles (O. Visca, 1952)

Planimetria da Necrópole da Via Ostiense (I. Gismondi, inizi del XX secolo)

Desenvolvimento diacrônico da Necrópole da Via Ostiense (M. Heinzelmann, 2002)

Guido Calza e Italo Gismondi em frente ao monumento funerário de Fabio Ermogene (1912)

Ara-cinerário de L. Valerio Firmo (Museus Vaticanos, Museu Gregoriano Profano, inv. 10762 – foto © Museus Vaticanos)

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Alla scoperta dei Dinosauri

Durata: 03:00 minuti