Na extremidade nordeste do Palácio Imperial ergue-se um Castellum Aquae (cisterna de distribuição de água) em opus mista, datada da época de Trajano e composta de três andares. No andar térreo há um grande ambiente de serviço, ainda hoje acessível, enquanto o primeiro e segundo andar eram ocupados por cisternas; na parte de trás há uma segunda cisterna de dois andares do período de Adriano. As estruturas foram reutilizadas na Idade Média (século XII-XV d.C.), como atestado pela presença de cerâmica e ossos de animais encontrados durante um levantamento realizado no primeiro andar.
Interior da cisterna do período de Adriano. Em destaque as marcas das tábuas de madeira utilizadas para as fundações
(foto Portus Project)
Sepultura da Antiguidade Tardia obtida no andar superior da cisterna da época de Adriano. Durante a escavação
(foto Portus Project)
Detalhe da fundação da cisterna da época de Adriano com partes ainda preservadas da madeira da cofragem
(foto Portus Project)