Riti e forme di sepoltura

A Necrópole Laurentina oferece uma rica documentação sobre os rituais ligados à morte e a sepultura no mundo romano. Tal como noutros lugares, aqui também coexistiram desde a tarda República as práticas de inumação e cremação, sendo que esta última prevaleceu pelo menos até ao século II d.C. A cremação ocorria geralmente numa área especialmente predisposta perto dos túmulos ou no interior dos mesmos (ustrinum); as cinzas eram depois colocadas em urnas ou ollea colocadas nos terrenos ou nos lóculos que se abriam nas paredes dos túmulos. A inumação implicava a deposição em simples fossas na terra, dentro de sarcófagos ou, mais raramente, dentro de ânforas (enchytrismos); a partir do século II d.C. se difundiu a prática de enterrar dentro de fossos construídos (formae) ou grandes nichos criados nas paredes (arcossólia) dos edifícios funerários. A presença de triclínios, poços e fornos funerários que se encontrados em muitos túmulos está ligada aos banquetes que se celebravam por ocasião de funerais, comemorações e festividades ligadas ao culto dos mortos.

Ollea cinerárias do túmulo 23

Escavação de inumação em fossa na terra em frente ao túmulo 31

Sepultura de enchytrismos da Necrópole Laurentina

Túmulo 32, detalhe de um dos nichos do átrio, com as ollea de incineração

Túmulo 22, poço e triclínio funerário

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Alla scoperta dei Dinosauri

Durata: 03:00 minuti